ENTREVISTAS

Por Inajar Toni Kurowski

Rafael Cury: O futuro da Ufologia está na sua divulgação consciente

Categoria: HISTÓRIA DA UFOLOGIA | REFLEXÕES

É difícil resumir em poucas linhas um currículo como o de Rafael Cury, devido à sua extraordinária e constante atuação na área ufológica. Co-editor da Revista UFO desde seu lançamento, em 1985, Cury é provavelmente a pessoa que mais organizou eventos ufológicos em todo o mundo, contabilizando hoje cerca de 200 realizações, nas quais se apresentaram mais de 100 conferencistas de 20 países e que contaram com um público superior a 50 mil pessoas. Nem mesmo em países mais avançados, onde a Ufologia é mais difundida e recebe mais atenção por parte da sociedade, se tem notícia de feitos assim.

 

Nascido em Piraí do Sul (PR), em 1964, Cury teve seu despertar para a questão ufológica em 08 de fevereiro de 1982, quando ocorreu o famoso Caso Vasp Vôo 169, no qual um Boeing da extinta companhia aérea paulista, fazendo um vôo noturno entre Fortaleza e São Paulo, foi seguido durante várias horas por um objeto voador não identificado que depois se confirmou ser uma nave de origem alienígena. O caso recebeu atenção de toda a imprensa na época e causou enorme polêmica no país e no exterior [Veja edição UFO 055]. “Quando eu soube do fato através dos noticiários, minha atenção foi imediatamente atraída para o assunto. Naquele momento decidi que teria que conhecer tudo sobre nossos visitantes extraterrestres”, diz o ufólogo paranaense, que, desde então, dedica-se incansavelmente à divulgação da presença alienígena na Terra.

 

Quando eu soube do Caso Vasp Vôo 169, através dos noticiários, minha atenção foi imediatamente atraída para o assunto. Naquele momento decidi que teria que conhecer tudo sobre nossos visitantes extraterrestres. Foi assim que ocorreu meu início na Ufologia Brasileira

 

Apesar de tamanha atividade na área, Rafael Cury teve até hoje apenas um avistamento ufológico, que durou cerca de 15 segundos, mas que ele garante ter sido muito marcante em sua vida. O fato se deu no centro de Curitiba, no meio de uma noite de 2003. Era um objeto em forma de bumerangue que desenvolveu uma trajetória retilínea a velocidade de aproximadamente 500 km/h. Cury estava acompanhado de um piloto de helicóptero, que atestou a natureza extraordinária do artefato observado sobre a capital paranaense. “Aquela observação nos deixou maravilhados. Como pode uma nave daquele tamanho passar sobre o centro de uma grande cidade, daquela forma?”, questiona.

 

Cury é fundador e presidente do Núcleo de Pesquisas Ufológicas (NPU), entidade responsável pela série ufológica mais antiga do mundo, o Congresso Brasileiro de Ufologia Científica, com 37 edições já realizadas e muitas outras já programadas.

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Caso você visse um disco voador pousado, o que faria?
Iria ao seu encontro e tentaria estabelecer contato com os tripulantes.
Observaria a distância e me aproximaria apenas caso recebesse um convite.
Jamais me aproximaria do objeto e nem dos tripulantes.
Chamaria a polícia.
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